Um anjo de vidro, o coração de gelo, inquebrantável.
Disposto num altar de pedra, longe dos olhos de todos.
Cantando aos quatro ventos, a canção do anjo maculado.
Le Trublion
(Cartas endereçadas a ninguém)
sábado, 23 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Lágrimas de carpideira.
Foi quando lágrimas irromperam dos seus olhos e escorreram pelas faces angelicais, mas eram falsas e desprovidas de emoção, lágrimas de carpideira, prateando uma tristeza inexistente.
E naquele instante duas coisas ficaram óbvias pra mim, a primeira era que o encanto que a permitia manipular-me durante todo esse tempo estava quebrado, e a segunda era que eu desejava ardentemente que não estivesse.
Le Trublion
(Cartas endereçadas a ninguém)
E naquele instante duas coisas ficaram óbvias pra mim, a primeira era que o encanto que a permitia manipular-me durante todo esse tempo estava quebrado, e a segunda era que eu desejava ardentemente que não estivesse.
Le Trublion
(Cartas endereçadas a ninguém)
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