sábado, 19 de fevereiro de 2011

Bem, Isso não sou eu...não sou um garoto colorido da Pop art ( Por mais q eu curta Andy Warhol) estou traindo a mim mesmo com todas essas cores e poesias alegres q não significam absolutamente nada pra mim.
Portanto, Le Trublion estará desativado até quando eu puder escrever o q realmente sinto sem ter meu passaporte carimbado para a clínica psiquiátrica mais próxima XD Le Trublion não mente, principalmente não pra ele mesmo.Não vou me vender por tão pouco, seria mediocridade, e eu considero decadência melhor do q mediocridade.
So... Au revoir

Seu eterno Trublion que deixa uma musiquinha bem legal pra vcs.(Dedicada principalmente para a minha amiga Milla que combina muito com a letra)

xoxo






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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O Canto Negro

O mais puro negro cobre meu corpo
Somente sob o céu estrelado, abro minhas asas
Meu canto assusta a mais brava das almas

Desconhecem que canto uma alegria infinita
Não seria mais uma das ironias da vida?
Um ser noturno com alma colorida.

Julgado sem a menor indulgência
Apenas por minha sombria aparência.
Meu crime e sentença

Que culpa tenho por ser assim?
Condenado à escuridão eterna
Mas mesmo assim,não busco o fim.
Pois algum dia o sol
vai brihar pra mim

;] Hey!

De volta e com novo modelo inspirado na Pop art(Andyyyy!♥).
Pois é, o mundo muda, as pessoas mudam, os blogs mudam e assim tudo se renova e blah-bla-blah.
Espero que curtam ;]

Seu eterno Trublion.

sábado, 20 de novembro de 2010

O imortal

Perdido na bruma esperando socorro.
Chamando aos prantos o belo anjo salvador.
Que libertaria meu coração do gelo que o aprisiona.
E um dia apareceu, como uma epifania.
Com asas negras que me envolviam ao sussurrar-me ao ouvido.
- Vá dormir, pois os imortais morreram jovens.
E sem resistência me entreguei ao sono eterno.
Deixando tudo pra trás, sem dor ou mágoa.
Eu fui voar, eu fui ser livre,eu fui ser...imortal.

Le trublion
(Cartas endereçadas a ninguém)

sábado, 23 de outubro de 2010

Anjo de vidro

Um anjo de vidro, o coração de gelo, inquebrantável.
Disposto num altar de pedra, longe dos olhos de todos.
Cantando aos quatro ventos, a canção do anjo maculado.

Le Trublion
(Cartas endereçadas a ninguém)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Lágrimas de carpideira.

Foi quando lágrimas irromperam dos seus olhos e escorreram pelas faces angelicais, mas eram falsas e desprovidas de emoção, lágrimas de carpideira, prateando uma tristeza inexistente.
E naquele instante duas coisas ficaram óbvias pra mim, a primeira era que o encanto que a permitia manipular-me durante todo esse tempo estava quebrado, e a segunda era que eu desejava ardentemente que não estivesse.

Le Trublion
(Cartas endereçadas a ninguém)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


Cena do filme "As horas" que retrata o suicídio de Virginia Woolf

Virginia Woolf (Londres, 25 de Janeiro de 1882 — Lewes, 28 de Março de 1941) foi uma das mais importantes escritoras britânicas. Estreou na literatura em 1915 com um romance (The Voyage Out) e posteriormente teria realizado uma série de obras notáveis, as quais lhe valeriam o título de “a Proust inglesa”. Faleceu em 1941, tendo cometido suicídio.
Abaixo a carta endereçada ao seu esposo, Leonard Woolf:

"Querido, Tenho certeza de estar ficando louca novamente. Sinto que não conseguiremos passar por novos tempos difíceis. E não quero revivê-los.
Começo a escutar vozes e não consigo me concentrar. Portanto, estou fazendo o que me parece ser o melhor a se fazer. Você me deu muitas possibilidades de ser feliz. Você esteve presente como nenhum outro. Não creio que duas pessoas possam ser felizes convivendo com esta doença terrível. Não posso mais lutar. Sei que estarei tirando um peso de suas costas, pois, sem mim, você poderá trabalhar. E você vai, eu sei. Você vê, não consigo sequer escrever. Nem ler. Enfim, o que quero dizer é que depositei em você toda minha felicidade.
Você sempre foi paciente comigo e realmente bom. Eu queria dizer isto - todos sabem. Se alguém pudesse me salvar, este alguém seria você. Tudo se foi para mim mas o que ficará é a certeza da sua bondade. Não posso atrapalhar sua vida. Não mais.

Não acredito que duas pessoas poderiam ter sido tão felizes quanto nós fomos."

VIRGINIA WOOLF.